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OPERAÇÂO POLICIA FEDERAL

OPERAÇÃO MAMOM: POLÍCIA FEDERAL CUMPRE MANDADOS EM PALMARES, AGRESTINA E BONITO CONTRA ESQUEMA DE FRAUDES NA SAÚDE E LICITAÇÕES

Em Pernambuco, as equipes da Polícia Federal realizam varreduras nos municípios de Palmares, Agrestina, Bonito e Caruaru. Alvos também foram identificados em João Pessoa (PB) e Curitiba (PR).

Há 4 dias Leitura de 1 min Por Normando Carvalho
OPERAÇÃO MAMOM: POLÍCIA FEDERAL CUMPRE MANDADOS EM PALMARES, AGRESTINA E BONITO CONTRA ESQUEMA DE FRAUDES NA SAÚDE E LICITAÇÕES

Varredura na Mata Sul e Agreste

​Na manhã desta quarta-feira, 26, a Polícia Federal (PF), em uma ação conjunta com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou a Operação Mamon. O objetivo da mobilização é desarticular uma suposta organização criminosa especializada em fraudes em contratações públicas, corrupção, lavagem de dinheiro e desvio de verbas federais.

​A operação cumpre 35 mandados de busca e apreensão e 2 mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça. As diligências ocorrem simultaneamente em diversos endereços.

​Em Pernambuco, as equipes da Polícia Federal realizam varreduras nos municípios de Palmares, Agrestina, Bonito e Caruaru. Alvos também foram identificados em João Pessoa (PB) e Curitiba (PR).

O Esquema Investigado

​As investigações apontam que o esquema criminoso operava através do direcionamento de licitações e da celebração fraudulenta de contratos entre prefeituras e Organizações da Sociedade Civil (OSCs), especialmente voltadas para a gestão de serviços de saúde. Há indícios de superfaturamento, inexecução contratual e pagamento de propina a agentes públicos e intermediários.

Origem do Nome

​O nome da operação, "Mamon", é uma referência bíblica ao termo aramaico que personifica a avareza, a cobiça e a adoração obsessiva por dinheiro e riquezas materiais, em alusão à motivação dos investigados em desviar recursos públicos destinados a serviços essenciais para a população.

Ação em Andamento

​Os materiais apreendidos em Palmares e nas demais cidades-alvo serão analisados pelos peritos da PF e auditores da CGU para robustecer as provas contra os envolvidos e dimensionar o prejuízo total causado aos cofres públicos. A operação segue em sigilo para garantir o sucesso das próximas fases.

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​Por Normando Carvalho

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