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ECONOMIA/ DESENVOLVINENTO REGIONAL

O FIM DA ILUSÃO DOS CANAVIAIS: A MATA SUL EXIGE DIVERSIFICAÇÃO PARA VOLTAR A CRESCER

O colapso das usinas e o fim da monocultura da cana exigem a diversificação econômica para devolver o progresso e o emprego à Mata Sul.

25/07/2026 Leitura de 1 min Por Normando Carvalho
O FIM DA ILUSÃO DOS CANAVIAIS: A MATA SUL EXIGE DIVERSIFICAÇÃO PARA VOLTAR A CRESCER

A paisagem da Zona da Mata Sul de Pernambuco carrega as marcas de um modelo econômico que moldou a história do estado, mas que hoje se resume a um cenário de ruínas e silêncio. O fechamento em cascata de unidades históricas, a exemplo de Catende, Treze de Maio, Estreliana, Vitória, Central Barreiros e Santo André, somado ao esvaziamento econômico de Palmares, escancara a exaustão da monocultura da cana-de-açúcar.

​Quando essas engrenagens pararam, o impacto implodiu a espinha dorsal de cidades inteiras, gerando desemprego em massa, êxodo urbano e graves conflitos por terra.

​O passado de dependência de um único setor provou ser insustentável. Para que a Mata Sul volte a gerar progresso real e emprego para sua gente, o caminho é urgente: a diversificação econômica. Superar essa dependência significa investir em agricultura familiar, comércio regional e turismo cultural, substituindo o legado de latifúndios em falência por uma economia moderna e descentralizada. Por BLOG NORMANDO CARVALHO


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