BOLSA CABRESTO: COMO O GOVERNO LULA USA A MISÉRIA E O ASSISTENCIALISMO DE VITRINE PARA MANTER O POVO NA COLEIRA
O verdadeiro projeto por trás desse modelo de transferência de renda de fachada é a perpetuação da dependência. Ao destruir empregos formais e desestimular o crescimento econômico pela via do mérito e do trabalho, a máquina estatal
A engrenagem do poder central opera sob uma lógica fria e calculista: aplicar o corte profundo na carne de quem produz, sufocar o setor produtivo com uma carga tributária insuportável e corroer o poder de compra das famílias através da inflação. Só então, com a população encurralada e sem alternativas, entra em cena o remédio a conta-gotas, um assistencialismo mesquinho, estruturado não para emancipar o cidadão, mas para transformá-lo em refém político.
O verdadeiro projeto por trás desse modelo de transferência de renda de fachada é a perpetuação da dependência. Ao destruir empregos formais e desestimular o crescimento econômico pela via do mérito e do trabalho, a máquina estatal cria artificialmente a escassez para depois se fantasiar de salvadora da pátria. É a velha cartilha maquiavélica adaptada para os tempos modernos: estrangula-se a economia para distribuir migalhas, garantindo que o curral eleitoral permaneça alimentado à base de promessas e do medo de perder o mínimo de sobrevivência.
Enquanto a alta cúpula e seus aliados desfrutam de privilégios e banqueteiam-se com o dinheiro público, o trabalhador brasileiro arca com o custo de um país que penaliza quem quer produzir. Chamar essa estratégia de justiça social é um insulto à inteligência de quem rala todos os dias e vê seu esforço diluído em impostos para sustentar um sistema ineficiente. O Brasil real exige emancipação, oportunidades genuínas e respeito à dignidade humana, e não um cabresto disfarçado de bondade governamental.
(O espaço do Blog Normando Carvalho permanece aberto para eventuais manifestações e contrapontos de defensores da atual política federal).
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